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26/05/2010 às 16h55m - Atualizado 26/05/2010 às 16h59m



No último dia 15 de maio, no Barradão em Salvador, tivemos o confronto entre o Mengão e o Vitória, pela segunda rodada do Brasileirão 2010. Um jogo como tantos outros desse início de certame nacional, que foi esperado ansiosamente e teve um significado especial para toda a Nação Rubronegra residente no Nordeste, especialmente para as Embaixadas da Nação que confraternizaram-se antes, durante e depois do evento.
 
Transcrevo o email recebido do Presidente da Fla-Jequié, Nick Marvin, que relata a emoção e todos os momentos vividos por esses legítimos representantes oficiais do Flamengo no Nordeste:
 
" Mais um jogo da tabela do Brasileiro 2010, certo? Errado. Para as Embaixadas do Flamengo no Nordeste, é o jogo. A oportunidade de receber em seu território o clube amado e além disso, após a criação das Embaixadas, esse jogo tornou-se também data especial no nosso calendário, já que promovemos um grande encontro anual na sede da Fla-Bahia. A festa tem sido tão grande, que já existem comentários de ser incluída no calendário festivo soteropolitano,rs... Esse ano além da presença das Embaixadas Nordestinas, tivemos a honra de receber também o amigo Fabrício Cypreste, Presidente da Fla-Vitória/ES, e se não fosse a genialidade da CBF em mudar a data do jogo, possivelmente teríamos em nosso meio também os amigos da Fla-São Luís/MA, Flafortal, Flarecife e da Flaparaná.
 
No sábado logo cedo um encontro inusitado na Praia do Flamengo (não é por acaso a nossa escolha por essa praia,rs..), Caravana da Fla-Jequié e Fla-Glória se deparam pelas barracas da praia e assumem a festa do litoral Flamengo, entoando músicas do Mengão e realizando o primeiro amistoso entre duas equipes das Embaixadas, alto índice técnico e tático que chamou a atenção dos banhistas, culminando com a vitória da Fla-Jequié por 2X1, o gol da vitória feito por esse craque que vos escreve.
 
A praia era só o aperitivo para a grande festa que iria começar, na sede da Fla-Bahia os tambores começavam a esquentar, o pagodão rolava solto e as musas da Fla-Bahia davam um show a parte fazendo os marmanjos receberem puxões de orelha de suas madames constantemente (eu que o diga...), quem não tava dançando ao som do excelente grupo de pagode, tava com garfo e faca na mão destruindo a famosa feijoada servida religiosamente nos nossos encontros.
 
O clima de confraternização e rubro-negrismo entre os membros da Fla-Irecê, Fla-Juazeiro,Fla-Valença, Fla-Jacobina, Fla-Glória, Fla-Jequié, Fla-Vitória e a anfitriã Fla-Bahia, era o melhor possível, era aquela sensação de família reunida, traduzida em muita festa e alegria,mas como toda reunão em família há sempre considerações a serem feitas, e ai nós aproveitamos o momento para uma breve discussão entre os embaixadores sobre novos rumos desse nosso Projeto e a nossa preoucupação em relação a um melhor desenvolvimento do mesmo.
 
Hora chegando, caravanas perfiladas e o comboio rubro-negro segue em direção ao Barradão ao som de "Dá-lhe,dá-lhe,dá-lhe-ô...Mengão do meu coração! Dá pra entender o motivo de tanta inveja do rubro-negro genérico baiano, eles ficam perplexos com essa festa em solo baiano do Flamengo, que eles acham ser um clube carioca, mas equivocam-se, pois o Flamengo não é regional, nacional e nem mundial, é inter-planetário.
 
Chegando ao Barradão, a cena que já esperávamos, a torcida do Flamengo imensa maioria, fazia uma enorme festa na entrada do estádio, debaixo de uma chuva torrencial, que parecia combustível pra festa rubro-negra. Dentro do estádio conseguimos pela primeira vez reunir as Embaixadas em um mesmo local, com todos juntos e o resultado não poderia ser diferente...a festa que vcs viram na TV, com papel picado, bolas amarelas e azuis, charanga, sinalizadores e os cantos durante 90 minutos.
 
Registre-se o empenho, a organização, dedicação e hospitalidade da Fla-Bahia. Todas as Embaixadas foram a esse jogo com seus ingressos garantidos, comprados antecipadamente junto ao Vitória pela diretoria da Fla-Bahia. É contagiante a forma como somos recebidos por essa Embaixada todos os anos em Salvador, o que só nos deixa orgulhosos de fazermos parte dessa família, e de termos em nosso meio uma Embaixada como essa, tão comprometida e alinhada ao que é realmente o nosso Projeto.
 
No mais só nos resta aguardar ansiosos pelo próximo ano, por que aqui na Bahia a festa entre as Embaixadas é garantida!

Autor: Vinícius Nagem

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03/05/2010 às 11h13m - Atualizado 03/05/2010 às 12h41m



Neste útimo final de semana tivemos um exemplo da importância do papel das Embaixadas da Nação. Não é novidade para ninguém que quando o elenco principal joga em qualquer lugar do Brasil , é recebido nos aeroportos e nos estádios por milhares de torcedores do Clube, que estão sempre seguindo o Flamengo onde ele estiver. Isso é fato, não é novidade para ninguém. Porém, os esportes olímpicos e os atletas do passado, também recebem atenção especial das Embaixadas, porque representam a nossa memória e fazem parte da nossa história. Em Ponta Grossa, cidade distante 100 km de Curitiba, o time de Masters do Flamengo chegou no sábado para realizar um jogo em comemoração ao Dia do Trabalho, contra um combinado local.
 
Numa cidade que tem 400 mil habitantes e onde a torcida rubronegra é imensa (nas comemorações do Hexacampeonato foram contabilizadas mais de 8 mil pessoas comemorando nas ruas), a tietagem em cima de ídolos como Adílio, Andrade, Nunes, Rondinelli, Julio Cesar foi intensa. A Embaixada FLAPARANÁ, através do seu Consulado local, serviu o tempo todo como ponto de apoio aos jogadores, participando de todos os eventos durante a permanência do elenco na região.
 
Alguns manifestaram muita satisfação e já tinham conhecimento do projeto Embaixadas da Nação, como afirmou o Deus da Raça, Rondinelli, " isso é fabuloso saber que onde a gente chega tem núcleos do Flamengo organizados em todo o Brasil. Em Manaus, eu já conhecia, fui num evento lá". Todos os jogadores presentes no Paraná foram brindados uma pequena lembrança da FLAPARANA - uma caneca personalizada - para que tivessem alguma recordação da acolhida que receberam em terras paranaenses.
 
Alguns se emocionaram ao relembrar as histórias vividas nos tempos onde ostentavam o manto sagrado pelos gramados do Brasil e do mundo. Élder, campeão brasileiro pelo Mengão em 1983, ficou com os olhos cheios de lágrimas, dizendo " o Flamengo toca nossos corações, ter vestido essa camisa é motivo de orgulho para nós. Esse clube me deu a formação como pessoa. O carinho da torcida conosco, é impressionante."
 
A programação na cidade foi intensa, sempre com a torcida e os integrantes da FLAPARANÁ ao lado dos atletas, fazendo-os sentir-se como se estivessem em casa. No jogo realizado no estádio Germano Krueger, a bateria do Consulado de Ponta Grossa se fez presente, entoando os cantos e hinos que são cantados no Maracanã. Ao final do jogo , com vitória de 5 x 0 para os craques rubronegros, os jogadores do Masters dirigiram-se ao alambrado das arquibancadas, batendo palmas e agradecendo o carinho e atenção da torcida local.
 
Durante todo o domingo os jogadores permaneceram na cidade, onde no Maraca Bar - que funciona como um dos pontos de encontro da torcida do Flamengo na cidade - autografaram centenas de camisas e tiraram fotos com fãs de todas as idades. Muitas crianças vestindo a camisa do Flamengo desfilaram pelas ruas de Ponta Grossa durante o final de semana, conhecendo a nossa história e os ídolos do passado. Um pai orgulhoso mostrou o artilheiro Nunes ao seu filho de 15 anos, dizendo: " filho, esse aqui era o João Danado, artilheiro das decisões. Tive muitas alegrias com ele."
 
As Embaixadas continuam cumprindo o seu papel de servirem como ponto de apoio e congraçamento dos integrantes da Nação. Manter acesa a chama da paixão rubronegra é o que nos move.

Autor: Vinícius Nagem

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