Mãos dadas no Dia das Mães
Evento do departamento de desenvolvimento humano, 'Família que joga junto' reúne atletas sub-10 e suas mães, em animada partida de futebol
Por Comunicação - em
A poucos dias do Dia das Mães, mais precisamente quinta-feira passada (7), os atletas da categoria sub-10 e suas respectivas mães tiveram um experiência diferente. Sempre de mãos dadas, conforme regra estipulada, disputaram uma partida de futebol. O evento, produzido pelo departamento de desenvolvimento humano das categorias de base do Flamengo, foi realizado no campo 8 do CT George Helal.
Nada melhor para mães e filhos do que passar o Dia das Mães juntos. O Flamengo resolveu homenagear as mães e juntá-las a seus filhos, de forma literal, para jogar uma partida de futebol, com um "pequeno" detalhe: de mãos dadas. As mulheres eram a grande maioria nos dois times, que contavam com um ou outro membro da família ou do staff rubro-negro para completar, pois houve algumas ausências forçadas.
Presente à atividade, o diretor de futebol de base, Alfredo Almeida acompanhou a partida de perto e compartilhou a alegria e a animação de mães e filhos num jogo marcado por gargalhadas e união incondicional.
"Em primeiro lugar, quero agradecer a todas as mães pela presença. O meu compromisso com vocês é ver a felicidade de seus filhos. Não sei se vão ser jogadores ou profissionais do futebol, mas este sorriso deles é o meu compromisso. Esta ação é produzida pelo departamento de desenvolvimento humano e tem o objetivo de fazer os atletas felizes. A felicidade deles é inegociável. Também é inegociável que não sintam pressão para ser jogador de futebol e continuem a encaminhar o sonho que eles têm", garantiu o dirigente.
A rotina do departamento de desenvolvimento humano, de cuidados permanentes aos atletas, em todas as áreas, foi quebrada por uma ação bastante criativa. A coordenadora da pasta, Patricia Negreiros, salientou a importância de proporcionar diversos aspectos fora do quotidiano, de forma leve e divertida.
"Família que joga junto é um evento que tentamos fazer todos os anos. Chamamos as famílias para jogar com os meninos e, como a data está bem próxima a do Dia da Mães, a gente chamou as mulheres, que são a maioria no campo de jogo. A ideia é que elas, que já correm o dia inteiro pelos filhos, corram literalmente com os meninos. As mães estão acostumadas com a dinâmica de casa, do dia a dia, de dar as ordens. Aqui nesta atividade é diferente", afirma, destacando as trocas de "comando":
"Eles estão no ambiente deles e são eles que dão as ordens, numa inversão de papéis. Assim, a gente também pode ver como as mães se sentem tendo de parar para ouvir os filhos e fazer essa prática. E os meninos também. Eles é que estão no comando e podem dizer o que é para elas fazerem. O objetivo é agregar e parabenizar essas mulheres maravilhosas. Mães, mães do futebol, que é mais difícil ainda. Por isso estamos aqui nesse dia de sol, suados, correndo", completa.
