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Oscar Schmidt, ídolo do basquete e do Flamengo, morre aos 68 anos

Segundo maior pontuador da história do esporte, o “Mão Santa” deixa um legado que transcende as quadras

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Oscar Daniel Bezerra Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em São Paulo. Maior nome da história do basquete brasileiro, o “Mão Santa” teve trajetória marcante também com a camisa do Flamengo, onde atuou entre 1999 e 2003.

Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, em 16 de fevereiro de 1958, Oscar construiu uma carreira histórica ao longo de quase três décadas como jogador profissional. Reconhecido pela capacidade de pontuar, encerrou a carreira com mais de 49 mil pontos somando clubes e Seleção Brasileira, marca que o colocou por muitos anos como o maior cestinha da história do basquete.

Pela Seleção Brasileira, disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e se tornou o maior pontuador da história da competição, com 1.093 pontos. Também foi protagonista de conquistas importantes, como o título dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis.

Ao longo da carreira, atuou por clubes no Brasil e na Europa, com passagens por equipes como Sírio, Juvecaserta, Pavia, Valladolid e Corinthians, antes de chegar ao Flamengo no fim dos anos 1990.

No Rubro-Negro, tornou-se rapidamente referência dentro e fora de quadra. Com atuações de destaque, conquistou os Campeonatos Cariocas de 1999 e 2002. Foi com o Manto Sagrado que Oscar atingiu a marca que o consolidou, à época, como maior pontuador da história do basquete mundial.

Oscar também protagonizou um momento marcante ao atuar ao lado do filho, Felipe, em 2002. A despedida das quadras aconteceu na temporada seguinte, quando encerrou a carreira aos 45 anos.

Considerado um dos maiores jogadores da história do basquete, Oscar Schmidt deixa um legado que transcende as quadras e inspirará gerações eternamente. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos e a todos os fãs neste momento de imensa dor. Descanse em paz, lenda.


Imagem Flamengo