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Marina Valadão é a nova técnica da Seleção Brasileira Júnior de Nado Artístico

Rubro-negra é convocada para fazer parte do comando técnico brasileiro pela primeira vez

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O bom trabalho realizado nas categorias de base do nado artístico rubro-negro está ganhando cada vez mais notoriedade e reconhecimento. Em 2019, Marina Valadão, treinadora das equipes Juvenil e Júnior do Mais Querido, foi convocada pela primeira vez como treinadora da Seleção Brasileira Júnior da modalidade. Desde o início da semana, ela já comanda os treinamentos da equipe nacional visando à preparação do conjunto verde e amarelo para as inúmeras competições que vêm pela frente durante toda a temporada 2019.



“Estou muito feliz por ter alcançado uma posição como essa, que para muitos técnicos, é uma meta na carreira. Também estou bastante satisfeita com o trabalho realizado junto à comissão técnica rubro-negra, pois sem o empenho e dedicação de todos, eu não teria conquistado esse objetivo”, disse a comandante do Mais Querido.

Marina contará com cinco nadadoras do Flamengo que foram pré-convocadas para a Seleção Júnior, são elas: Jullia Catharino, Rebecca Rodrigues, Jaddy Milla Portela, Maria Luiza Fonseca e Manuella de Menezes. Sob o comando da treinadora, as meninas da Gávea estão participando de um período de treinos com as demais atletas selecionadas e estão se preparando para a segunda fase da Seletiva Nacional, marcada para o dia 26 de janeiro, no Parque Aquático Maria Lenk, na Barra da Tijuca. Nesta última e decisiva etapa, serão feitos alguns cortes para definir quais nadadoras artísticas irão representar o Brasil nas competições ao longo do ano. 

O primeiro compromisso de Marina Valadão à frente da Seleção Brasileira é o Campeonato Sul-Americano de Nado Artístico, que será realizado entre os dias 2 e 6 de abril, no Chile.


As equipes de nado artístico do Clube de Regatas do Flamengo contam com recursos de seus patrocinadores – Banco Bonsucesso, Furnas, Estácio, LafargeHolcim/Cimento Mauá, EY – via Lei de Incentivo Federal/Ministério do Esporte (IR), além de apoio da Confederação Brasileira de Clubes (CBC) proveniente da descentralização de recursos oriundos da Lei Pelé.