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Luiz Altamir fala sobre quarentena: “a gente tem que pensar no próximo”

Nadador rubro-negro busca vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio

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Em quarentena há pouco mais de duas semanas, os atletas rubro-negros seguem treinando em casa. Em meio às incertezas da situação do coronavírus no país e no mundo, a recomendação é de confinamento total. Todas as competições previstas para o primeiro semestre de 2020 foram canceladas ou adiadas, incluindo as Olimpíadas de Tóquio, maior evento esportivo da temporada. Diante do cenário, o nadador Luiz Altamir, que retornou ao Mais Querido em janeiro, bateu um papo virtual com a Fla TV e falou sobre a situação.

“Hoje, a gente tem que pensar no próximo, pensar em cuidar dos nossos. Se tivermos que ficar de quarentena, todo mundo vai ficar. Se for pelo bem do próximo, com certeza eu topo, estou dentro. Não é nenhum sacrifício”, disse o rubro-negro. “O Clube de Regatas do Flamengo fez o certo em manter seus atletas seguros, manter as pessoas seguras, pensar não só em um ponto, mas sim no todo. Acho que foi o melhor, não tem o que fazer”. 

Altamir descreveu ainda um pouco de sua experiência neste período.

“Minha quarentena é assim: eu acordo, faço umas atividades na sala e tenho que cuidar do meu cachorro. Meu pai está aqui comigo e também está me ajudando nessa. Aliás, meu pai está com 62 anos, não pode ficar saindo, temos que ficar aqui assistindo série, filme, se tiver que ir ao mercado é sair e já voltar. Infelizmente é isso”, comentou. 

Com apenas 15 anos, o nadador, natural de Boa Vista (RR), chegou ao Rubro-Negro. E foi no clube da Gávea que, cinco anos depois, ele conquistou a vaga e disputou as Olimpíadas do Rio, em 2016, o maior feito de sua carreira até então. Agora, aos 23, Luiz Altamir é uma das referências na modalidade e segue em busca da classificação para os Jogos de Tóquio 2021.

Confira na íntegra o Papo Virtual com Luiz Altamir na Fla TV:



As equipes de natação do Clube de Regatas do Flamengo contam com recursos de seus patrocinadores – AmBev, Furnas e Rede D’or – via Lei de Incentivo Federal/Ministério do Esporte (IR), além de apoio do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) proveniente da descentralização de recursos oriundos da Lei Pelé.