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Edson Terra comenta o ano do polo aquático rubro-negro

Gerente da modalidade, Terra falou sobre os objetivos cumpridos em 2018 e o planejamento para 2019

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O último ano foi de muitas vitórias para o polo aquático rubro-negro. Coroado com o tetracampeonato da equipe Sênior feminina na Liga Nacional, 2018 teve os atletas da modalidade brilhando em todas as categorias. Sub-15, Sub-17 (masculinos) e Sub-20 (em ambos os naipes) conquistaram o título estadual, enquanto o Sub-13 Masculino e o Sub-16 Feminino ficaram com a medalha de prata. No Campeonato Brasileiro Interclubes, segunda colocação para as meninas do Sub-15 e para a equipe Sub-13 Mista, além do bronze para os jovens do Sub-17. No Brasil Open, competição mais importante do primeiro semestre, o time Sênior feminino conquistou a medalha de bronze, enquanto o masculino terminou na quinta colocação. 



Gerente de esportes aquáticos do Flamengo, Edson Terra comentou o planejamento inicial para o ano e falou sobre os objetivos cumpridos na modalidade. 

“Na Liga Nacional, a gente tinha como meta principal ficar entre os cinco melhores, fosse no masculino ou no feminino. No feminino, fomos tetracampeões, atingindo mais do que o planejado. No masculino, a gente ficou em sexto lugar, então fomos um pouco aquém do que esperávamos”, disse Terra. “Poderíamos ter ido para a semifinal, mas, infelizmente, tomamos uma virada faltando dois minutos. Estávamos ganhando do SESI, que é o antigo campeão, então, na verdade, o time jogou muito bem e estava forte. O polo aquático masculino é muito equilibrado”. 

O gerente rubro-negro apontou ainda os desafios de cada equipe para 2019.

“A gente ainda precisa compor o elenco com mais três jogadores adultos. Dos treze que jogam, só quatro são adultos e precisamos reforçar. Nossa projeção para o ano que vem é justamente essa: poder encorpar o time de cima com alguns atletas da ponta no masculino”, afirmou. “No feminino, vamos ter que fazer uma transição pois algumas atletas importantes estão encerrando a carreira, como a Manuela Canetti, nossa goleira, e a Illana Pinheiro, que também anunciou que está parando de vez. Vamos ter que suprir com a base. Vai ser um ano mais difícil no feminino em 2019, mas vamos tentar ficar sempre ali entre os três”, completou.

Sobre o trabalho realizado nas categorias de base, Edson Terra elogiou a evolução dos jovens do Mais Querido.

“Acho que o trabalho está crescendo a cada ano, a garotada veio muito bem esse ano de novo. Eles têm se espelhado na equipe de cima, na qual temos feito um trabalho bem profissional com filmagens e estatísticas, melhorando a cada ano”, finalizou o gerente.

Além das conquistas pelo clube, alguns rubro-negros também tiveram grandes triunfos pela Seleção Brasileira. Samantha Ferreira, Heitor Carrulo e o treinador George Chaia integraram as equipes do país e conquistaram o título do Campeonato Sul-Americano de Polo Aquático, em novembro.

O crescimento do polo aquático do Mais Querido nos últimos anos deve-se muito também ao Anjo da Guarda Rubro-Negro. Os recursos captados pelo projeto são investidos em bolsa-auxílio para atletas, salários dos treinadores, comissão e outros membros do corpo técnico, taxas para federação, confederação e inscrição em competições, transporte e estadia durante competições e investimentos em equipamentos. Cerca de 650 atletas de nove modalidades são beneficiados por ano. O Anjo permite que a pessoa física apoie a formação de centenas de atletas e cidadãos sem gastar nada, redirecionando até 6% do seu imposto de renda para os esportes olímpicos do Flamengo.

As equipes de polo aquático do Clube de Regatas do Flamengo contam com recursos de seus patrocinadores – AmBev, Rede D’or, IRB Brasil RE, CSN, Brasil Plural, EY – via Lei de Incentivo Federal/Ministério do Esporte (IR), além de apoio do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) proveniente da descentralização de recursos oriundos da Lei Pelé.