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Remo rubro-negro estreia novas embarcações

Clube adquiriu quatro novos barcos de última geração

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Divulgação Flamengo

Pensando em melhorar cada vez mais a estrutura do remo, o Clube de Regatas do Flamengo investiu em quatro novas embarcações do fabricante italiano Filippi Lido, que é atualmente a marca mais utilizada pelas principais seleções do mundo na modalidade.

Os novos barcos adquiridos chegaram ao clube em abril deste ano, mas, devido à paralisação dos treinamentos por conta da pandemia da covid-19, somente agora puderam ser montados e estreados pelos remadores da equipe Sênior rubro-negra. As embarcações são fabricadas totalmente em carbono, e incluem braçadeiras aliante de carbono, com fixação na proa.

Confira os novos barcos adquiridos pelo Mais Querido:
- Double Skiff para Masculino Peso-Leve (70kg);
- Double Skiff para Feminino Peso-Leve (60kg);
- Quatro Sem Timoneiro, reversível para Four Skiff, para Masculino Peso-Pesado (90kg);
- Oito Com Timoneiro para Masculino Peso-Pesado (90kg).

Vale ressaltar que todos os barcos foram fabricados sob medida para o Flamengo, com pintura rubro-negra personalizada e exclusiva. O Double Skiff Feminino Peso-Leve é o único da categoria no Brasil. Além destas embarcações, o clube também investiu em 40 novos pares de remo Concept2, que é o modelo mais avançado de remos de carbono.

Para a comissão técnica, o Mais Querido adquiriu um catamarã para acompanhar de perto o treinamento dos remadores rubro-negros na Lagoa, proporcionando maior qualidade ao trabalho dos técnicos e reduzindo significativamente as marolas que são formadas.

Com todos esses novos equipamentos, o Flamengo amplia a capacidade de aperfeiçoamento dos principais remadores do clube e, consequentemente, aumenta ainda mais as chances de novas conquistas em competições estaduais, nacionais e internacionais.


As equipes de remo do Clube de Regatas do Flamengo contam com recursos de seus patrocinadores – Estácio, AmBev, Rede D’or, IRB Brasil RE, CSN, Brasil Plural, EY – via Lei de Incentivo Federal/Ministério do Esporte (IR) e Lei de Incentivo Estadual/Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (Seelje) do Rio de Janeiro, além de apoio do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) proveniente da descentralização de recursos oriundos da Lei Pelé.